
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Aos meus amigos...

terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Cerro Azul...

sábado, 10 de janeiro de 2009
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
O que faremos de Jesus?

“E Pilatos, tornando a falar, perguntou-lhes: Que farei então daquele a quem chamais reis dos judeus?” (Marcos 15:12)
O que faremos de Jesus? Eis a pergunta de Pilatos, e eis a minha pergunta.
...
Mais um ano começa e vem a tona a velha pergunta. O que faremos de Jesus?
Seria esse mais um simples nome? Será ele apenas a lenda de um louco carpinteiro Galileu?
Não. Creio que este foi o homem mais importante que já caminhou sobre a Terra. Sua vida nos serviu de exemplo por sua retidão. Suas palavras ofereceram abrigo e descanso para nossas almas. E sua morte nos ensinou a mais valiosa lição que alguém nos poderia ensinar: O amor ao próximo.
Porém temos o livre arbítrio de seguir ou não as suas palavras, ouvir ou não os seus conselhos e aceitar ou não o seu sacrifício.
Podemos dizer que simplesmente mais um louco morreu, ou podemos aceitar que alguém morreu por nossas falhas.
Mas retorno a velha pergunta: o que faremos de Jesus?
Porém, Pilatos não vendo em Jesus culpa alguma, lança esta pergunta ao povo.
Você pretende usar Jesus e pendurá-lo em sua parede?
Ou quem sabe você o carrega na carteira em forma de um folheto com sua “foto”.
Quem sabe ainda você prefira simplesmente ignorar que um dia ele existiu.
Ou fazer dos seus ensinamentos uma filosofia para a sua vida.
Você quem decide o que fazer com Jesus. Quer deixá-lo em uma escultura ainda crucificado? Ou quer que a cruz lhe ensine o verdadeiro caminho para a vida?
O caminho, a verdade e a vida talvez estejam naquela cruz.
Seja o que for, seja o que for que você venha a fazer com esse Jesus, espero que de alguma forma você possa por conta própria refletir na importância que esse Jesus tem em sua vida.
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
Feliz 2009!!! A Hipocrisia Continua...

terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Amar o próximo como a sí mesmo...

Hoje me dedico a solidão. A solidão que gostaria de compartilhá-la com você. A solidão de pensamentos e a solidão da incompreensão.
Na contra-mão de um sistema falido chamado capitalismo. Na contra-mão de um sistema falido chamado hipocrisia. E na contra-mão de um sistema falido chamado religião.
Não consigo e não quero mais ser falso, estampar um sorriso nos lábios e fingir que está tudo bem.
Sabe o que me constrange? Deus.
Difícil acreditar em sua existência? Mais difícil ainda é negá-lo.
Ontem eu aguardava o meu ônibus para voltar a minha casa após um dia de serviço.
Enquanto aguardava na fila, um homem baixo e magro se aproximou e sentou no chão a poucos passos de mim.
Ele nada mais era do que um mendigo. Um pobre qualquer com roupas maltrapilhas e um cheiro ruim.
Fechado em meu próprio mundo, dediquei meu tempo a imaginar aquele homem. Imaginei ele em uma tentativa de assalto. Imaginei que se ele tentasse algo contra qualquer pessoa na fila eu iria intervir e encher ele de “porrada”.
Sabe aqueles momentos em que você não pensa por mal, mas a sua imaginação acaba falando mais alto. Era um desses momentos.
Ao mesmo tempo imaginei em que espécie de sociedade nós vivíamos, que ao mesmo tempo abrigava pessoas com tantas posses e em contrapartida abrigava pessoas como aquele rapaz, que aparentavam não possuir nada.
Fui mais longe em minha filosofia. Comecei a divagar e a orar.
Sim, eu oro. E oro muito. Oro pra que eu nunca me conforme com o mundo a minha volta e oro para que cada dia mais as pessoas “despertem” e vejam que estamos caminhando a passos largos rumo a destruição.
Orei e por um instante imaginei o que eu faria se aquele rapaz fosse meu filho, naquela situação. Constrangi-me e me envergonhei. Pois se meu filho havia se tornado aquilo, então eu como pai havia falhado.
Como uma voz audível eu escutei o seguinte:
Então nós falhamos. Pois ele também é Meu filho e é uma alma preciosa para mim. E á partir do ponto em que ele ainda não Me conhece e está nessa miséria de vida, então Nós falhamos.
Eu falhei por não encontrar ninguém que esteja disposto a viver segundo o Meu propósito, e você falhou por cruzar os braços e não fazer nada para mudar essa situação.
Senti-me perturbado. Amargurado. Triste. Tonto.
Isso é questão de fé, mas meu amigo, essa voz foi mais real do que a minha própria voz.
Isso é questão de fé ou loucura. Mas não muda o foco do nosso problema.
Até quando estaremos dispostos a doar quantias em dinheiro para ajudar os refugiados na Somália, e continuaremos a cruzar nossos braços contra os nossos próprios conterrâneos?
Será que não podemos fazer a diferença a ninguém ao nosso redor? Pelo menos com um prato de comida? Ou quem sabe com um abraço e uma palavra de incentivo...
Por favor, oro com todas as minhas forças pra que você também abra os seus olhos e perceba que vivemos um problema real: A FALTA DE AMOR.
Não me refiro ao amor homem e mulher, mas o amor fraternal.
E acima disso, oro pra que você possa encontrar em você este amor, para que depois você possa ajudar a espalhar esse amor pelo mundo.
“É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã, e se você parar pra pensar, na verdade não há...”
(Renato Russo - Pais e Filhos)
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